Quem cresceu na década de 80 lembra de tardes nas férias jogando Atari até as mães gritarem “desliga que o video-game já está quente demais”. O joystick com apenas um botão vermelho e o stick de plástico que era difícil de controlar. Se as crianças e adolescentes de hoje em dia vissem os jogos da época provavelmente achariam incrivelmente chatos, mas quem da minha geração nunca se divertiu (ou pelo menos sonhava em se divertir) com estes jogos?
10. Seaquest
Um submarino que resgatava mergulhadores enquanto se desviava dos tiros e atirava em submarinos inimigos e peixes. Era necessário ainda recarregar o nível de oxigênio do submarino.
09. Tennis
Um dos jogos clássicos de esportes do video-game. Passei horas brigando com o joystick tentando acertar a bolinha, e até hoje me lembro que no Atari lá de casa, joystick da direita era pior que o da esquerda.
08. Boxe
O gráfico do jogo tinha um ângulo bem original. Eram dois lutadores (um branco e um negro) vistos “de cima” de um ringue. O objetivo era acertar o nariz do adversário antes que ele acertasse o seu. Um jogo simples, porém fantástico para a época.
07. Spiderman
Um dos primeiros jogos do Homem Aranha foi desenvolvido para Atari. O objetivo era escalar um prédio e ir resgatando os moradores que apareciam nas janelas.
06. Space Invaders
O clássico dos fliperamas também era um dos jogos mais populares do Atari. Hoje em dia Space Invaders ainda aparecem em referências da cultura pop, virando um dos símbolos da década de 80 e da geração que nasceu e cresceu nessa década.
05. Pac Man
Outro jogo que já era popular em sua versão para fliperamas que também virou um dos jogos mais lembrados do Atari. O objetivo era comer todos os pontos amarelos se desviando dos fantasmas num labirinto. Assim como Space Invaders, Pac Man também acabou virando um ícone, ganhando até um desenho animado próprio na década de 90.
04. Enduro
O jogo que vinha com o Atari, então quem tinha Atari, normalmente jogava Enduro. Era um jogo de corrida normal, mas o cenário e a pista iam mudando. Gelo, Deserto, noite… Depois de passadas todas as fases um “novo dia” (depois da fase da noite) começava e o jogo ficava mais difícil.
03. Keystone Kappers
Clássico jogo de polícia e ladrão, era necessário subir e descer escadas rolantes para conseguir pegar o bandido. Um dos jogos mais divertidos e lembrados da década.
02. River Raid
Um avião que sobrevoava um rio desviando de obstáculos e atirando em inimigos, outro jogo pra brigar com o Joystick, especialmente quando os caminhos se estreitavam, apareciam muitos obstáculos. Havia também a necessidade de reabastecer o avião, que tornava o jogo mais complexo.
01. Pit Fall
O Indiana Jones do Atari, usava cipós para se desviar de areia movediça, pulava troncos que rolavam e até mesmo jacarés num lago. Recolhia itens e prêmios em sua jornada. Ainda existia uma passagem secreta, um túnel na parte inferior da tela em que o nosso herói enfrentava um escorpião (pelo menos eu sempre achei que era escorpião) e fogo. Um clássico.
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Está circulando na internet um rumor de que o CEO da marca americana American Apparel (que tem uma loja em São Paulo) estaria demitindo funcionários de sua empresa usando critérios estéticos. Em outras palavras, ele estaria mandando embora quem não se enquadra no seu padrão de beleza.
O motivo dessas demissões seria o número de vendas mais baixo que o esperado da empresa. O “poderoso chefão” teria decidido então pedir para que os gerentes de suas lojas tirassem fotos de seus funcionários, demitindo todos aqueles que não se enquadravam estéticamente no perfil da empresa.
Não é incomum no mercado (infelizmente) uma preocupação estética com funcionários que atuam nas áreas de vendas e atendimento ao cliente, mas esta estratégia da American Apparel além de preconceituosa é extremamente infantil e pouco inteligente. Ao invés de desligar os colaboradores com os desempenhos de venda mais baixos, utilizaram um critério fútil e sem planejamento estratégico.
Existem fatores importantes que o CEO deixou de considerar antes de tomar esta decisão, como os impactos da crise econômica americana em seu negócio, a situação do mercado e como seu produto e nível de serviço é percebido pelo cliente.
Lamentável.
Ontem eu postei dois vídeos apresentados durante a Comic Con de San Diego sobre a próxima temporada do seriado Lost. Outros dois vídeos virais foram apresentados no evento, o primeiro é uma propaganda do Hurley da rede de fast food fictícia Mr. Clucks seguido de uma propaganda da Oceanic Airline, a cia aérea (também fictícia) do avião que caiu na primeira temporada. O segundo vídeo é uma versão de “America Most Wanted” da Kate Austen, e neste vídeo uma revelação surpreendente: Kate ainda está foragida, mas não matou o padrasto (pai) dela, e sim um de seus assistentes.
Tudo indica que o incidente do final da última temporada funcionou, e agora é esperar pra ver como a série vai continuar e explicar os acontecimentos pendentes…
A NDTV (parte de um grande conglomerado de mídia da ásia) produziu um documentário interessante sobre a moda e sensualidade brasileira nos bastidores do São Paulo Fashion Week. É interessante ver a nossa cultura sob uma perspectiva oriental, e como o Brasil é percebido pelo resto do mundo.
O documentário cita dados interessantes sobre a evolução do segmento no Brasil, são 30.000 empresas ligadas ao ramo da moda que empregam 2.07 milhões de pessoas e geram de 8% a 10% do PIB nacional. A importância da moda brasileira no mercado internacional aumenta a cada ano, e esse documentário é um indício da força e qualidade de design das marcas brasileiras.
O mercado indiano (um dos maiores e que mais crescem no mundo) pode ser um importante ponto estratégico nas inserções internacionais das empresas de moda, especialmente de moda praia, como o próprio documentário aponta. As similaridades climáticas e o gosto por cores fortes e brilhantes fazem da moda brasileira um par quase perfeito para a cultura indiana, assim como o crescimento econômico de ambos os países e sua posição estratégica na economia global no grupo BRIC (Brasil, Rússia, India e China) como potências econômicas ascendentes.
Outro segmento importante mencionado pelo documentário são os produtos de tratamento capilar, as brasileiras chegam a utilizar até 5 produtos diferentes em seus cabelos diariamente, e o cuidado com o cabelo para algumas é mais importante do que o cuidado com o corpo.
Entre as empresas e designers em destaque no documentário se encontram Cia. Marítima, Alexandre Herchcovitch, Osklen, Cavalera e Ronaldo Fraga.
Um ponto negativo importante é a necessidade de aulas de inglês de parte dos entrevistados brasileiros desse documentário. Se a moda brasileira quer ser percebida e compreendida no mercado internacional é fundamental que estes profissionais chave melhorem seus conhecimentos na língua inglesa.
Link do documentário: http://www.ndtv.com/news/videos/video_player.php?id=1139163
via Current.com
Outro vídeo viral sobre a série Lost foi lançado na internet. Dessa vez um documentário sobre a Dharma Initiative, a empresa que atuava na ilha misteriosa do seriado. Não oferece muitas explicações, como esperado, mas é visualmente interessante.
De acordo com este site o número de pessoas que tatuam logotipos de marcas luxuosas em sua pele é cada vez maior, principalmente entre adolescentes. O uso de marcas luxuosas e reconhecidas para obter status não é nenhuma novidade, mas tatuar estas marcas na pele deixa a pessoa mais “interessante” ou mais ridícula? Afinal o objetivo dessas tatuagens é claramente chamar a atenção tentando emular o luxo e posicionamento das marcas em questão, mas pode ser interpretado como um sinal de futilidade. O que vocês acham?
(via Current.com)
Saiu ontemna comic-con de san diego um teaser trailer da sexta e última temporada da série americana Lost. O final da última temporada deixou os fãs da série ansiosos pelas respostas que a última temporada pode trazer. O trailer abaixo não dá muitas informações, como sempre, mas oferece alguns insights para os que gostam de criar teorias sobre a série.
Um website americano foi criado para divulgar os nomes de pessoas de quem os usuários contrairam doenças sexualmente transmissíveis. O site controverso foi criado por um americano que contraiu herpes de uma ex-namorada com o intuito de prevenir que outras pessoas contraíssem a doença.
O principal problema do site é que além de divulgar informações pessoais e afetar negativamente de terceiros, não existe uma maneira de checar se estas informações são verdadeiras. Mais de 450 nomes já estão cadastrados no site. A responsabilidade das informações divulgadas está nas mãos dos usuários do site, e se houver alguma informação incorreta, o criador do site pede para que sejam enviados exames médicos comprovando que não está infectado, para que o nome seja discretamente deletado da lista.
Não é incomum encontrar sites parecidos na internet. O não saia com ele era um site em que usuárias comentam as suas experiências negativas ao sair com rapazes, baseado num site americano, a idéia acabou não vingando do lado de cá do globo. No entanto, a flexibilidade e falta de controle das informações na internet podem fazer com que sites como estes se tornem cada vez mais comuns, especialmente em grandes sites de relacionamento, blogs e fóruns fechados.
Fonte: Current.com
De acordo com o jornal britânico Metro, cientistas da universidade de Leeds desenvolveram uma maneira de utilizar a energia dispendida enquanto os soldados marcham para recarregar lanternas e rádios. Dessa forma estes aparelhos podem ser equipados com baterias mais leves, reduzindo o peso carregado pelos soldados.
O uso de tal tecnologia é interessante para a sociedade em geral, mas não é novidade. Relógios automáticos que são carregados pelo movimento do pulso já são comuns no mercado. Mas uma coisa é certa, o aperfeiçoamento dessa tecnologia pode representar custos menores para produtos como celulares, câmeras e outros gadgets, e um melhor aproveitamento de formas mais limpas de energia.

























