(des)informações


Marchando para carregar as baterias
julho 27, 2009, 7:58 am
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De acordo com o jornal britânico Metro, cientistas da universidade de Leeds desenvolveram uma maneira de utilizar a energia dispendida enquanto os soldados marcham para recarregar lanternas e rádios. Dessa forma estes aparelhos podem ser equipados com baterias mais leves, reduzindo o peso carregado pelos soldados.

O uso de tal tecnologia é interessante para a sociedade em geral, mas não é novidade. Relógios automáticos que são carregados pelo movimento do pulso já são comuns no mercado. Mas uma coisa é certa, o aperfeiçoamento dessa tecnologia pode representar custos menores para produtos como celulares, câmeras e outros gadgets, e um melhor aproveitamento de formas mais limpas de energia.



Caneta que escolhe cor através de scanner
julho 20, 2009, 8:12 pm
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colorpickerpenNão seria interessante escolher uma determinada cor específica para sua caneta? Pode ser um verde limão, cinza laptop ou azul lataria do Mini Cooper do vizinho, agora com a Color Picken Pen isso é uma possibilidade…

O projeto premiado ainda está em fase de conceito, mas parece muito promissor, a cor escolhida é identificada por um scanner na caneta que libera tintas de cartuchos embutidos na medida certa para obter a tonalidade escaneada.

Sua utilidade é focada em artistas gráficos e designers sem dúvida, mas não deixa de ser um gadget interessante para leigos e amantes de novas tecnologias.

(via Current.com)

fontes: white space e Cool Design Ideas



Lista do dia: 6 comerciais clássicos de Teleshop
junho 15, 2009, 8:35 am
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Comercias de vendas pela TV existem há anos. Nos anos 90, após a abertura comercial, vários produtos importados surgiam nos intervalos comerciais, com propagandas dubladas, nas quais era possível ver as bocas dos atores se mexendo descoordenadamente com o som do comercial.

Produtos de limpeza, meias, acessórios para cozinha, um mix bastante diverso de produtos era oferecido. Quase vinte anos depois, algumas dessas propagandas caíram na internet, e tanto os vídeos quando os produtos se tornaram bastante risíveis, embora nostálgicos.

6. Ferro à vapor Fratina

Sua blusa de seda queimou? Ora, jogue fora o seu ferro! A culpa é dele não da sua falta de atenção… E quando você comprava o ferro você ganhava ainda o cabo elétrico e um copo medidor para água. Uau.

5. Contour Pillow

O Countour Pillow era o travesseiro da Nasa da década de 90, era aquele travesseiro mágico que consertaria sua coluna, suas noites de sono e faria seu marido parar de roncar. Tudo bem que era apenas um quadrado de espuma comum e com design horrível, mas a velhinha era tão convincente… Contour Pillow? É um milagre!

4. Penaly Fountain Pen

Você não sente falta de uma caneta que seja forte o suficiente pra furar uma lata de alumínio? Ou quem sabe que possa ser usada como um dardo? Ou que escreva de cabeça para baixo? Não se preocupe, a Penaly Fountain Pen faz tudo isso e ainda mais…

3. Óculos Ambervision

Que Rayban que nada, Hype mesmo é óculos Ambervision. Além de terem um design que fica bem em qualquer rosto bloqueia os raios desfocados deixando passar apenas a luz em foco (q?). (Participações especiais de um comercial do Mapping, uma chamada de um programa sertanejo da época e parte de um dos blocos do programa da Ana Maria Braga).

2. Facas Ginsu

Você já precisou cortar um cano de chumbo com sua faca e ela perdeu o fio? Então você precisa da Ginsu 2000. E vinha com um certificado de garantia de 52 anos. Uau.

1. Sonic 2000

Meu sonho de consumo. E não era pra conseguir ouvir a agulha caindo do outro lado da sala… Imagina, era pra ouvir o que tanto as meninas da minha sala cochichavam no recreio. Eu saberia todos os detalhes sórdidos daqueles cochichos e faria provavelmente a mesma cara do senhor malvado que ouve conversas alheias no comercial. Mas ouvir conversas alheias não era permitido, a não ser que fossem a do seu filho telefonando pra alguém ao invés de estudar.

O Sonic 2000 ainda era indicado para pais relapsos, casais que querem conversar através das paredes, senhoras que falam no cinema e pais que não colocam uma mesa de estudos no quarto da filha. Aumenta em 22,87% (número preciso, uau) a sua audição, e você pode ouvir os verdadeiros sons da natureza.



Lista do dia: 7 Gadgets Paleozóicos
maio 26, 2009, 8:56 am
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A evolução dos aparelhos eletrônicos está cada vez mais veloz. Novidades de hoje se tornam obsoletas em alguns meses, e saem de linha rapidamente. Com tantas opções e funções, é difícil parar pensar que já sobrevivemos sem nossos Blackberrys, Ipods e câmeras digitais. Como fazíamos para mandar mensagens, tirar fotos, nos entreter e sobreviver fora de casa? Acabamos nos esquecendo que existiram outros gadgets clássicos que cumpriam com essas funções:

Brick_game7. Minigames

A música estridente do Tetris destes minigames cinza jamais sairá da minha mente. Uma febre entre crianças das décadas de 80 e 90 os joguinhos simples eram vendidos em camelôs por todo país. Hoje em dia com jogos melhores mais acessíveis nos celulares, lan houses com Counter Strike e videogames portáteis muito mais avançados que um Atari ou Master System é impensável imaginar que esses joguinhos ainda sejam vendidos por aí. Mas, eles ainda existem. Talvez os camelôs que ainda tem essa mercadoria um dia percebam o valor de colecionador, ou revendam para antiquários e museus.

agendaeletronica6. Agenda Eletrônica

Se hoje em dia quem tem um Iphone é considerado atual nas salas de aula, na minha época era quem tinha a mais avançada agenda eletrônica. Por mais que todos os estudantes da minha sala ainda utilizassem as velhas agendas de papel para anotar telefones, aniversários e os deveres de casa, todos queriam a versão eletrônica que além disso tinha outras funções, como calculadora, e algumas até diziam “a sorte do dia”. Talvez seja de uma agenda eletrônica que a idéia para a sorte do dia do orkut tenha surgido, quem sabe… Um legado para humanidade.

polaroid5. Polaroid

A extinção da Polaroid deixou muita gente deprimida. Além das espécies que matamos por conta do aquecimento global, desenvolvimento não sustentável e poluição desenfreada, gadgets obsoletos também correm risco de extinção. As máquinas de tirar fotos instantâneas tinham seu charme. Os fatos de que você poderia escrever na parte branca das fotos, de que era uma surpresa ver a revelação alguns minutos depois de tiradas e de que as fotos eram temporárias, lentamente se apagando com o tempo, eram características únicas e davam “personalidade” à máquina. Já deixou saudades.

disk4. Disquete

Até alguns anos atrás era a única maneira de levar dados de um computador para outro. A velocidade crescente da internet, os CDs e DVDs reutilizáveis com mais espaço de armazenamento e principalmente a criação dos pen drives acabaram decretando a morte dos disquetes. Se a versão de 5 polegadas já não era presença obrigatória nos PCs desde a metade da década de 90, a de 3 e meia morreu na primeira metade da década atual, hoje em dia sendo quase impensável um computador novo com um drive para disquetes.

discman3. Discman / Walkman

Na primeira metade da década de 90 só se era alguém no colégio se você tinha um walkmen e utilizava no recreio para ouvir alguma fita com músicas variadas gravadas das rádios, ou alguma rádio voltada ao público jovem (Jovem Pan, Cidade e RPC aqui no Rio de Janeiro, dependendo do seu estilo musical). Na segunda metade eram os discmans que ditavam a popularidade. Ainda me lembro que me espantava a rapidez com que minhas pilhas descarregavam no discman, e o fato dele não ter receptor de rádio acabou me fazendo voltar a usar walkman com mais frequência. Isso é outra coisa que era essencial naqueles anos dourados, o uso de pilhas. Ou se comprava pilhas baratas em bando, ou pilhas duráveis no supermercado. Um par de pilhas duráveis acabava durando e custando o mesmo que um punhado de pilhas genéricas. E eu sempre tinha um saquinho com 1200 pilhas velhas separadas para reciclagem.

pager2. Pager

Um dos meus sonhos de consumo da época, pagers, também conhecidos como Bips ou Mobys (por causa da marca mais comum), eram utilizados para receber mensagens de texto digitadas por uma central de atendimento. Eram uma alternativa ou complemento para os celulares, que na época ainda não recebiam mensagens de texto. Com os novos aparelhos celulares que recebiam e enviavam mensagens, o declínio do produto e dos serviços foi rápido, mas ainda era possível aproveitar algumas de suas funções, como ocaso de um dos meus amigos que usou um destes aparelhos como despertador durante anos.

portable typewriter1. Máquina de escrever portátil

Máquinas de escrever foram um ícone do século vinte. A invenção de uma máquina de escrever portátil foi sucesso absoluto. A partir desse momento estudantes, trabalhadores e mesmo donas de casa poderiam fechar suas máquinas numa maleta e carregá-las para onde quisessem. Era o início da tendência da portabilidade se pararmos pra pensar. Computadores e laptops cada vez mais populares (e infinitamente mais leves e compactos) acabaram quase que completamente com o uso das máquinas de escrever. Dito isso, numa das empresas em que eu trabalhei, eu ainda utilizava com frequência uma máquina de escrever para a criação e edição de certos documentos oficiais. Mas infelizmente ela era bem mais moderna, não era um modelo portátil, e não fazia o mesmo barulho das que eram utilizadas quando eu era criança.

Bônus: Fichas Telefônicas

ficha

Outro dia meu irmão chega atrasado para um almoço em família e diz: “Desculpe o atraso, tive que passar no Centro e estava sem celular pra avisar”. Obviamente eu falei: “Ué, era só ligar a cobrar do orelhão!”. Antigamente era a única forma de se comunicar com alguém “da rua”. As fichas de orelhão quase tão comuns quanto moedas, e as filas para usar os aparelhos, também. Mais de dez anos depois e meu irmão de 17 anos quase nem se lembra da existência destes aparelhos nas esquinas. Se ele utilizou um orelhão uma vez nos últimos cinco anos foi muito. Logo, prevejo o sentido da expressão “caiu a ficha?” sendo explicado por antropólogos, e provavelmente vão usar uma imagem minha em 1992, usando o orelhão da escola, ligando pra minha mãe pra avisar que a aula ia acabar mais cedo.




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