Encontrei no blog da superinteressante um gráfico que aponta as causas mais comuns de morte segmentadas por idade, sexo e etnia (excluindo acidentes e violência).
A análise dos dados do gráfico é bastante interessante. Enquanto o suicídio é a principal causa de morte até os 24 anos de idade, para os homens essa estatística só deixa de ser a principal causa aos 34 anos de idade.
Já os homens mais velhos são mais propensos a falecer de problemas cardíacos enquanto o câncer é a doença que mais causa mortes entre as mulheres das mesmas faixas etárias.
A pesquisa aponta ainda que a AIDS é a principal causa de morte da população negra entre 25 e 34 anos, independente do sexo.
O grande benefício do gráfico, como os próprios divulgadores apontam, é identificar em qual grupo etário você se encontra, e aplicar hábitos de prevenção à estas doenças.
A Dra. Caroline Tagg da inglaterra recentemente ganhou o título de PHD por seu trabalho sobre SMS, mensagens de texto enviadas via celular. Pode parecer risível, mas na verdade é um assunto muito atual tanto nos ramos das ciências sociais, quanto para áreas empresariais, como Marketing. A maneira que essa nova tecnologia afeta nosso cotidiano é interessante para estas ciências, porque uma nova forma de comunicação é utilizada neste meio.
Por incrível que pareça, a Dra. Tagg percebeu em suas pesquisas que a maioria das mensagens não são abreviadas, e que existem grandes quantidades de envios de mensagens desnecessárias. Ela também observou que a criatividade, uso de metáforas e expressividade de mensagens nesse meio é grande.
A importância das mensagens via celular tende a aumentar no futuro, principalmente com a popularização de Smart Phones. Recentes estudos indicam que as gerações mais novas quase não utilizam ferramentas como e-mail, preferindo usar mensagens curtas e objetivas no celular. A importância de estudos sobre esse fenômeno é grande, especialmente para empresas que cada vez mais utilizam estas mensagens para se comunicar diretamente com os clientes finais.
Assim como existem inúmeros cursos voltados às relações sociais da internet, acredito que no futuro a importância de trabalhos como o da Dra. Tagg sejam cada vez maiores.
Um dos assuntos do momento na área de Marketing é o investimento de empresas em estratégias de Mídias sociais. Para quem não conhece o termo, Mídia Social é qualquer ferramenta de interação social online (Orkut, Facebook, Twitter, Blogs e até mesmo MSN), e empresas passaram a ver esses lugares como excelentes para estratégias promocionais.
A quantidade de horas que uma pessoa passa na frente do computador aumenta diariamente, assim como o tempo dedicado à estes sites de relacionamento. Portanto, a visibilidade que estes oferecem para a marca de sua empresa é grande.
Mas a pergunta é, quais os resultados que se pode ter destas estratégias?
Como em todos os casos de promoções, é muito difícil calcular qual o resultado direto das estratégias adotadas, quantas pessoas vão efetivamente comprar seu produto e se esse resultado cobre os custos investidos.
Acredito no entanto que mais importante do que estratégias promocionais está a interação com os consumidores finais, fortalecimento da marca e especialmente feedback. Muitas empresas ainda são míopes nessa vertente de mídias sociais, de descobrir o que as pessoas pensam da sua marca, do seu serviço, os problemas encontrados e sugestões dos clientes que podem resultar em melhorias importantes e vantagem competitiva nos produtos e serviços. Esse levantamento de dados e relacionamento com os clientes é o grande pote de ouro que as empresas deveriam procurar.
Já vi estratégias ridículas, de propaganda, vinculando marcas com artistas jovens, quando o público alvo da empresa era mais velho. E me pergunto qual o benefício dessa estratégia? O que a empresa quer passar com essa mensagem? O que os clientes pensam disso? Muita gente joga fora dinheiro investindo em ações não planejadas e péssimamente executadas na blogosfera e twitosfera, tentando copiar ações que deram certo.
Mas, é tudo uma questão de aprendizado. Por ser uma nova maneira de interagir com seus clientes, as velhas soluções não se encaixam e funcionam tão bem quanto antes. Mas com o tempo, os casos de sucesso e os erros e acertos provam que as ações em mídias sociais estão apenas no seu começo. A questão não deve ser se são um Tsunami com impacto profundo ou apenas uma marola, mas sim que existe um oceano de oportunidades a ser explorado.
Não é invenção, não é feitiçaria é americanologia.
A Jones Soda uma empresa de refrigerantes americanas criou linhas com sabores e rótulos especiais para o Thanksgiving. O sucesso levou a empresa a expandir sua linha de sabores exóticos e o resultado foram sabores inusitados como Presunto de Natal, Purê de batatas com Manteiga e afins…
Além dos sabores inusitados a empresa permite que os consumidores coloquem suas fotos nos rótulos e fazem edições especiais com rótulos engraçados. Uma boa estratégia de customização do produto e um diferencial bastante original das grandes marcas.
Realmente curioso é que eu fiquei com vontade de comer purê de batata depois de ler sobre os sabores destes refrigerantes, será que um copo de um desses refrigerantes mata a fome?
Seriado da TV Cultura dos anos 90, o Castelo tinha um formato bastante original, histórias diferentes, mas sempre com elementos educativos comuns. Nino o menino feiticeiro e seus amigos viviam pequenas aventuras enquanto descobriam mais sobre o mundo ao seu redor.
7. Caça Talentos
Nos anos 90 a Angélica migrou de emissoras mais de uma vez. Primeiro da extinta Rede Manchete para o SBT, depois para a Rede Globo. Além de um programa de auditório nos moldes dos programas infantis da época, ela ganhou um seriado no estilo de A Feiticeira, Jeanie é um Gênio, e Sabrina a feiticeira adolescente. Caça Talentos contava a história da Fada Bela, uma humana criada por fadas que voltava à terra depois de anos. Com efeitos especiais macarrônicos aliados à um humor pastelão acabou virando um sucesso com as crianças da época.
6. Um Menino muito Maluquinho
Uma das idéias mais brilhantes que eu vi ultimamente na TV brasileira. Uma adaptação do livro de Ziraldo para a telinha, a série foi muito bem construída com três “versões” do menino maluquinho narrando em idades diferentes e intercalando histórias com temáticas similares. O que me deixa triste ao ver o seriado é o fato de que eu me identifico mais com o menino maluquinho adulto e os pais dele do que com as crianças. Também, ver Maria Mariana interpretando mãe do maluquinho, ao invés do papel de “filha”, é mais um sinal da minha velhice.
5. Rá-tim-bum
Senta que lá vem a história… O programa precursor do Castelo Rá-Tim-Bum, uma miríade de esquetes educativas entre uma história principal diferente. Os personagens caricatos e esquetes bem boladas ficaram na memória de quem cresceu nos anos 80 e 90. Marcelo Tas como professor Tibúrcio, o Garoto Bom-Bril como Máscara, Iara Jamra com sua voz estridente como Nina, entre tantos outros personagens… Quando for pai, vou preferir mil vezes que meus filhos vejam os porquinhos do “experimente a refrescante sensação de bem estar, tome um banhinho já” do que o mala do Barney ou Backyardigans.
4. Armação Ilimitada
O melhor seriado da época, ainda vejo Kadu Moliterno como Juba, André de Biase como Lula, Andréa Beltrão como Zelda e Jonas Torres como Bacana toda a vez que os encontro na TV. As aventuras vividas pelos protagonistas, o triângulo amoroso, os esportes radicais, e o cenário carioca se mesclavam para formar esse clássico.
3. Mundo da Lua
Um dos meus sonhos quando criança era ter o gravador do Lucas Silva e Silva, e poder usar a imaginação necessária para tornar todas aquelas peripércias realidade. Mundo da Lua tinha um elenco fantástico, Antônio Fagundes (que dizem por aí foi quase pai de uma blogueira famosa) e Gianfrancesco Guarnieri, faziam o pai e o avô do Lucas no seriado, as histórias fantásticas do menino com imaginação fértil eram minhas preferidas da época, e com certeza fazem parte da minha história.
2. Confissões de Adolescente
Um pouco acima eu dizia me sentir velho vendo a Maria Mariana interpretar a mãe do Menino Maluquinho. Tudo porque eu via ela todas as tardes como Diana durante o começo da minha adolescência. Talvez o Barrados no Baile brasileiro (e até melhor que), sem tanto chororô e com uma pitada de humor, Confissões de Adolescente de livro virou peça e de peça virou o seriado adolescente de maior sucesso na época, com direito à serem convidados para fazer uma temporada na França. Ver a Debora Secco antes da fama subir à cabeça é bem interessante também.
1. Sítio do Pica-pau Amarelo
Confesso que pensei em colocar o Sítio numa posição bem mais abaixo. Mas, apesar de não ser o meu seriado favorito, devo admitir que tem mais méritos do que qualquer outro para estar na primeira posição. A adaptação de Monteiro Lobato para a TV foi um dos primeiros seriados infantis tupiniquins, fazendo sucesso instantâneamente e ficando décadas no ar, ganhando versões mais novas. O sítio encantou crianças de várias gerações, e apresentou o universo de Emília, Narizinho e Pedrinho à muita gente. Um clássico literário transformado numa obra prima da TV brasileira.
O primeiro programa jornalístico policial da televisão brasileira. O programa passava nas tardes do SBT, com notícias bastante sensacionalístas e repórteres bastante caricatos. Foi o precursor de um formato que até hoje se encontra em algumas emissoras de TV. Quem não lembra de Gil Gomes falando com as mãos enquanto contava suas “reportagens” com voz em tom de mistério?
11. Show de Calouros
Um dos programas clássicos da emissora. Elke Maravilha, Pedro de Lara e Flor eram alguns dos célebres jurados que julgavam os artistas amadores no palco. O lararará da “abertura” é uma daquelas melodias que quem ouviu alguma vez na sua vida dificilmente vai esquecer. Infelizmente. Pedro de Lara surta no vídeo abaixo, chocado com as danças dos calouros.
10. Portas da Esperança
Um programa social do SBT. Os telespectadores enviavam cartas pedindo realizações de sonhos, poderia ser uma geladeira nova, um videogame, conhecer o Agnaldo Timóteo ou uma máquina de fazer fraldas. Acho que foi o único programa na minha vida em que eu vi uma máquina de fazer fraldas.
09. Xaveco / Quer namorar comigo?
Além dos programas sociais, uma das preocupações do SBT eram os programas de relacionamento. O “Quer namorar comigo”, depois renomeado de “Xaveco” era um deles. Pasmem, eu conheci alguém que foi o principal desse programa, o cara que ia lá, fazia as perguntas que iam aos poucos desclassificando as candidatas. No final ficavam um punhado de finalistas. A idéia era quem tinha o melhor “xaveco” ganhava dos concorrentes e o casal se conhecia apenas no fim do programa. Altamente cult, em vista que não encontrei nenhum vídeo deste no Youtube.
08. Show do Milhão
O “who wants to be a millionaire” brasileiro. Foi um grande sucesso de audiência quando foi lançado. Algo que sempre me intrigou no SBT é por que os prêmios são sempre em barras de ouro? Será que os salários dos funcionários do SBT também são pagos em barras de ouro? Será que alguém sai por aí perguntando “oi, você troca 100 reais em barra de ouro por duas de cinquenta”? Olhe o vídeo abaixo com uma participante hilária que “pede ao universo”…
07. Fantasia
Um programa de jogos via telefone, Fantasia ganhou uma grande audiência logo que estreiou. As assistentes de palco cantavam sucessos da música brasileira muitas vezes fora do tom, mas mostravam que precisavam de aulas de português quando faziam divisão de sílabas ao dizerem seus nomes “Mi-chele, Jú-ssara”. O programa começou a decair quando passou a ser apresentado por Carla Perez aos sábados. Mas rendeu o cult abaixo “I de iscola, E de esqueiro”.
06. Disney Club
Em parceria com a Disney, o SBT criou um programa infantil num formato diferente para a época dominada por apresentadoras e programas de palco. Com um programa apresentado por crianças que fingiam estar hackeando o sinal da televisão, e os desenhos de Walt Disney, Disney Club caiu no gosto do público infantil. Os “companheiros” do Comitê Revolucionário Ultra-Jovem (Cruj) ficaram na memória de quem era criança ou pré-adolescente na época.
05. Em nome do amor
Outro programa cujo foco era relacionamentos, Em nome do amor, comandado por Silvio Santos era um programa domenical onde seis participantes (em torno de três homens e três mulheres) formavam casais, conversavam dançavam na frente das câmeras e no final decidiam se iriam começar um relacionamento ou manter apenas a amizade. O uso de binóculos para enxergar as participantes femininas do outro lado do palco, a pergunta fatídica no final “é namoro ou amizade?”, e toda temática do programa fizeram dele um clássico.
04. Programa Livre
Apresentado por Serginho Groisman, com foco nos adolescentes, o Programa Livre era um formato interessante, a platéia fazia perguntas (“Fala garoto”) para celebridades do momento. Depois que o apresentador se desligou da emissora outros apresentadores tentaram manter o programa sem muito sucesso.
03. Passa ou repassa
Uma gincana entre escolas que ficou anos no ar. Apresentado originalmente por Gugu Liberato, depois Angélica e Celso Portioli, suas provas “Torta na cara” e de gincana caíram no gosto do público juvenil. Outros programas tentaram copiar o formato, mas nenhum teve tanto sucesso.
02. Topa tudo por dinheiro
Aviõezinhos de notas de dinheiro, quadros como xampú de ovo, prêmio ou água e pegadinhas. Um clássico dos domingos, Silvio Santos está utilizando alguns dos seus quadros no seu atual programa domenical, mas o formato antigo, o cenário trash, e as caravanas de carapicuíba deixam saudade. O “banho” do Silvio abaixo virou um vídeo de sucesso na internet.
01. Viva a noite
Uma guerra dos sexos entre celebridades, enquanto moças dançavam em taças, bandas populares da época como Dominó, Polegar, Locomia faziam playback no palco, Gugu coordenava provas como “Pictionary”, estourar balões no colo e no peito dos participantes, aos gritos de “É as mulheres oba!” na platéia. Um clássico. Tentaram ressucitar o programa recentemente, mas o formato envelheceu mal, e não conquistou uma grande audiência. E no meio de tudo ainda colocavam a dança da Galinha Azul (q?).
Este blog listou 18 propagandas que passaram dos limites e foram banidas. Uma das propagandas eu não consegui encontrar nada de errado:
Me bate, me joga na parede, me chama de anoréxica.
As outras propagandas no entanto, Dolce e Gabbana mostrando um quase estupro, Gucci beirando a pornografia (nenhuma novidade aí, mas ficou bem baixo calão), assassinatos, tortura, uma santa ceia com o cofrinho de um participante aparecendo, comparações com o nazismo… Mas o que uma campanha de maquiagem estava pensando ao colocar modelos com aparência de defunto???
Finalmente consegui uma fantasia de zumbi decente!
Acho que a equipe criativa ficou até sem ar, depois de tantos erros:
Não é de hoje que intervalos comerciais são concorridos. Desde a popularização dos aparelhos de TV as empresas buscam prender a sua atenção nos produtos ou marca delas de qualquer forma. Desde a era do rádio muitas empresas optam por jingles, músicas fáceis de memorizar com as marcas ou produtos destacados na letra e no contexto. No Brasil vários jingles fizeram sucesso nacional ou internacional. Busquei alguns dos mais marcantes para esta lista:
10. Faber Castell
Não é exatamente um jingle, porque ela usou Aquarela, uma música do Toquinho e Vinícius. Mas quem é da minha geração provavelmente pensa nesta propaganda ao ouvir a música.
09. Leader Magazine
“Já é natal…” provavelmente você completou com “… na Leader Magazine”. Esse jingle festivo simples gruda na cabeça como chiclete, e eu sempre me pego repetindo toda vez que leio “Já é natal” em algum lugar. Recentemente ganhou novas versões como esta, mais elaboradas.
08. Matte Leão
Outro jingle que recentemente ganhou uma nova roupagem, a música do Matte Leão foi muito bem elaborada, “Olha o Matte” era o que os vendedores gritavam nas areias do Rio de Janeiro, logo, por causa da música os clientes associavam a marca.
07. Bamerindus
O tempo passa, o tempo voa, mas o jingle do Bamerindus continua aqui na minha cabeça. Fácil memorização, e depois de várias piadinhas com a poupança da Cristina continua numa boa na segunda série, acho que fica guardada em algum neurônio por um bom tempo…
06. Mamíferos
Qual a melhor maneira de fazer um comercial de leite? A Parmalat juntou vários elementos (público alvo = pais e filhos, tema = mamíferos), e acabou criando um dos comerciais mais lembrados e bem sucedidos da década de 90. A música e as crianças fantasiadas aparecendo no vídeo de acordo, fizeram sucesso absoluto, complementado com a venda de bichinhos de pelúcia inspirados nessa propaganda.
05. Estrela
Não consegui achar o vídeo, mas era basicamente crianças brincando com os brinquedos mais populares daquele ano. A música da estrela também ficou guardada na cabeça de quem era criança lá pela segunda metade dos anos 80, primeira metade dos anos 90. Líder do mercado de brinquedos na época, não era de se esperar que as crianças prestassem bastante atenção ao comercial e memorizassem a música quase que imediatamente, se tornando um clássico para aquela geração.
04. Bubbaloo Banana
O chiclete Bubbaloo fez duas propagandas geniais na década de 90. Usando uma versão de Banana Boat song, eles criaram a propaganda do Bubbaloo banana com crianças dançando no ritmo. Outra propaganda com temática escolar foi usada para o Bubbaloo melancia, com uma versão de Pata Pata, da cantora Daúde.
03. Big Mac
Uma propaganda simples, que informava o conteúdo do seu sanduíche mais popular para seus clientes, com uma música pegajosa e de fácil memorização. A promoção que dizia para os clientes cantarem a musiquinha no caixa das lanchonetes também contribuiu para aumentar a popularidade.
02. Banco Nacional
Mais uma propaganda de natal. Por mais que o Banco Nacional não exista mais, a música da propaganda ainda é lembrada todo natal, utilizada em algumas lojas e cantada por alguns corais.
01. Guaraná Antartica
A propaganda pipoca com Guaraná ainda é lembrada por muitos. Além da pipoca, um outro vídeo com uma música mais romântica sobre a pizza também faz parte das memórias dos consumidores. Ponto pra Antartica.
A Shortlist (revista gratuita britânica voltada ao público masculino) lançou uma lista com 10 artistas promissores de 2009. Alguns dos artistas como Little Boots, Passion Pit, White Lies, Frankmusik e Florence and the Machine eu já conhecia da lista do som de 2009 da BBC.
Entre as novidades estão The Dead Weather, o novo projeto do Jack White, Magistrates, uma banda de Essex, 8 the Horrors, a banda mais (hiper)alternativa, Marina and the Diamonds que eles inteligentemente denominam “slightly-wacky-yet-talented”, a depressiva iLiketrains e Golden Silvers que estão apostando numa releitura brega no seu clipe abaixo: