Mês: dezembro 2009

Tryvertising – A onda da experimentação

Uma tendência global vem se firmando nos últimos meses: o tryvertising.

Amostras são usadas há decadas por empresas para testar seus produtos, mas esse processo de experimentação está passando por uma rápida evolução. Mais do que nunca, o marketing migra da promoção clássica, para o marketing de experiência. Um dos casos mais conhecidos é o da loja da Apple, que cria um ambiente único para seus consumidores em suas lojas.

O tryvertising é parte dessa tendência. A distribuição de amostras até então era feita de forma pouco segmentada, era difícil calcular quantas das pessoas que ganharam as amostras usariam o produto ou se recomendariam para seus amigos. Atualmente, cada vez mais as empresas buscam “defensores” de suas marcas, para tanto escolhem algumas pessoas do segmento específico do seu produto para experimentá-lo e promovê-lo para amigos.

Esse é o primeiro passo. A nova forma de fazer sampling está ainda mais focada na experiência. De acordo com o site de tendências trendwatching.com, conceito de product placement migrou das telas da TV para a vida real, e as ações de sampling em locais estratégicos estão tendo bons resultados. Esse artigo, mostra como o tryvertising está sendo usado por empresas do segmento automotivo, de alimentos e bebidas, eletrônicos.

Existem inúmeras possibilidades de ações que estimulam os consumidores a experimentar seu produto, seja oferecendo sua bebida em eventos, ou posicionando seu produto em hotéis. A chave do tryvertising é criar uma experiência memorável do seu produto, fazendo com que os consumidores liguem a marca do seu produto ao momento em questão.

O fenômeno está indo além, já existem tryvertising stores, espaços onde os trysumers (clientes dispostos a experimentar produtos) podem escolher amostras e depois preencher um questionário sobre o produto. Na estoultimo, loja de Barcelona, os interessados pagam 5 euros por mês e podem experimentar 5 produtos.

Ainda é cedo pra dizer se esta tendência vai se consolidar ou não, mas seguindo um dos propósitos do tryvertising, não há mal nenhum em experimentar.

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Um dia na internet, números

Encontrei via o twitter da Martha Gabriel, uma análise numérica do fluxo de informações que acontece na internet diariamente:

  • O número de e-mails enviados diariamente fica em torno de 210 bilhões.
  • Mais de 3 milhões de imagens são publicadas no Flickr todos os dias.
  • O número de gigabytes de informação processada por celulares diariamente supera 43 bilhões de GB.
  • 700 mil pessoas ingressam no facebook diariamente.
  • 5 milhões de tweets são publicados diariamente, enquanto blogueiros postam 900.000 artigos diariamente.

Minha pergunta no entanto é:  o quanto dessas informações é relevante? Quanta duplicação de conhecimento e até mesmo desinformação está sendo criada diariamente?

É interessante ver os números altos de conteúdo, mas quantidade não é igual a qualidade.

Quando eu penso nos e-mails por exemplo, imagino qual a porcentagem destes era realmente necessária, qual a porcentagem de SPAM e quantos efetivamente são lidos.

Por isso, acredito que nós “prosumers” de conteúdo temos que tomar cuidado, para não transformar essa era da informação numa era de desinformação.

As causas mais frequentes de morte de acordo para sua idade

Encontrei no blog da superinteressante um gráfico que aponta as causas mais comuns de morte segmentadas por idade, sexo e etnia (excluindo acidentes e violência).

A análise dos dados do gráfico é bastante interessante. Enquanto o suicídio é a principal causa de morte até os 24 anos de idade, para os homens essa estatística só deixa de ser a principal causa aos 34 anos de idade.

Já os homens mais velhos são mais propensos a falecer de problemas cardíacos enquanto o câncer é a doença que mais causa mortes entre as mulheres das mesmas faixas etárias.

A pesquisa aponta ainda que a AIDS é a principal causa de morte da população negra entre 25 e 34 anos, independente do sexo.

O grande benefício do gráfico, como os próprios divulgadores apontam, é identificar em qual grupo etário você se encontra, e aplicar hábitos de prevenção à estas doenças.