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5 perguntas que você deve fazer antes de comprar algo

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Nem sempre pensamos antes de abrir a carteira e comprar alguma coisa. A maior parte de nós tem uma coleção de compras que fizemos no passado, mas que estão pegando poeira em casa, ou não foram tão bem aproveitadas. Para evitar gastar dinheiro com o que não é útil, e não vamos usar, é sempre bom fazer cinco perguntas a si mesmo antes de efetuar uma compra:

1. Preciso desse item?

Quando se quer economizar dinheiro, a necessidade tem que vir em primeiro lugar ao comprar alguma coisa. Se não for necessário, não vale a pena ser comprado. Obviamente o que é necessário varia de acordo com cada pessoa e o que queremos para as nossas vidas. Algumas pessoas valorizam determinados aspectos mais que outras, mas é sempre bom refletir se estamos comprando algo de que precisamos mesmo, ou se é algo que podemos deixar para depois.

2. Posso arcar com os custos dele?

Idealmente, pense se é possível comprar o item à vista. Se não for, em quantas vezes terei que parcelar, e quanto pagarei de juros? Quanto isso vai me tirar do orçamento mensal? Cabe no meu orçamento mensal essa compra? Hora de colocar a conta na ponta do lápis antes de se comprometer com alguma coisa que não se pode pagar.

3. Vou usar?

Pense em quantas vezes você vai usar o item que está comprando. Roupas de festa, itens específicos de cozinha, até mesmo casas de praia são compras que as pessoas fazem acreditando que vão utilizar com frequência, mas no dia a dia acabam em desuso, quantas vezes você vai usar aquilo na vida? Será que não fica mais barato alugar, pedir emprestado? Dá pra revender com facilidade?

4. Vale a pena?

O custo benefício é bom? O produto está caro? Vou me sentir melhor depois de ter adquirido, ou possivelmente vou me arrepender de ter gasto o dinheiro?

5. Posso encontrar mais barato em outro lugar?

Especialmente com a internet, é possível pesquisar preços em diversas lojas rapidamente. Especialmente para itens mais caros, vale a pena pesquisar os preços e se existe alguma época do ano em que as lojas entram em promoção. Fazendo esse levantamento é possível encontrar barganhas e economizar um bom dinheiro e aumentar a sua poupança.

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10 dicas para economizar dinheiro mais facilmente

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10. Pague suas contas no começo do mês

Deixar para pagar as contas no fim do mês, ou no último dia de vencimento, pode causar problemas financeiros. Pagando suas dívidas no começo do mês, você tem a visão exatamente de quanto pode gastar até o fim do mês, e de quanto desse dinheiro você quer economizar para seus planos financeiros.

09. Registre todos os seus gastos

Dá trabalho? Sim. É um hábito que você precisa criar. Existem vários aplicativos para isso, mas uma simples planilha do excel pode te ajudar, ou mesmo um caderninho onde se anota tudo. Anote além do valor qual foi o objetivo da compra (ex: supermercado, social, roupas) e no fim do mês faça a soma de cada um dos gastos e você vai ver em que áreas da sua vida você precisa cortar gastos.

08. Faça orçamentos para o mês

Depois que você tiver calculado quanto você gasta por mês em cada uma das áreas da sua vida, uma boa dica é fazer orçamentos de quanto você quer gastar por mês em cada uma das áreas. Por exemplo: se você gastou R$ 200 de supermercado por semana no mês passado, esse mês você pode limitar seu orçamento a R$ 180 por semana, para ver se consegue economizar 80 reais no fim do mês (10% do valor do gasto).

07. Seja seletivo na sua vida social

Ao invés de sair pra jantar fora e ir ao cinema com amigos, porque não chamá-los pra assistir um filme na sua casa? Troque o shopping pelo parque, praça ou praia. Faça caminhadas (e leve sua garrafa d’água e lanchinho de casa).

06. Leve comida de casa para o trabalho

Sim, muita gente considera farofeiro o coleguinha que leva marmita pro ambiente corporativo, mas é uma boa forma de economizar dinheiro e ter uma alimentação mais saudável até. Se não existe uma cozinha ou refeitório no seu trabalho, você pode comer seu almoço numa praça ou num parque, faça um mini piquenique e transforme isso numa diversão pra fugir do escritório.

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05. Corte cigarro e bebida

Além de serem hábitos prejudiciais à saúde, são super prejudiciais ao bolso. Controle quantas cervejas você está bebendo e beba menos dias por semana. Evite beber refrigerante ou bebida alcoólica em casa, beba mais água.

04. Descubra se você gasta mais usando dinheiro vivo, ou usando cartão de crédito

Muitos experts dizem para não usar cartão de crédito e preferir dinheiro vivo. Particularmente, comigo acontece o contrário, se eu tenho dinheiro vivo na carteira, eu acabo gastando mais com coisas pequenas, como um pão de queijo na padaria, um suco, um chocolate, comprar que eu não faço normalmente se saio apenas com o cartão do banco, já que são valores muito pequenos para se pagar com o cartão. Se você for à praia, ao parque ou qualquer outra atividade que não vai precisar de dinheiro, deixe a carteira em casa.

03. Compre roupas apenas quando necessário e opte por peças mais multifuncionais

Dê preferência à roupas que podem ser usadas tanto para o trabalho quanto para o lazer. Use roupas velhas em casa. Compre apenas o necessário e pechinche bastante para achar roupas de boa qualidade mas com o melhor preço possível. Separe um orçamento para quanto você quer gastar com roupas por ano, e divida por 12 para saber o que você pode gastar por mês e compre uma peça nova a cada mês, ou a cada dois, três meses, dependendo do seu orçamento, e principalmente da sua necessidade.

02. Faça presentes de aniversário para seus amigos e família

Ao invés de comprar presentes caros, opte por presentes mais pessoais, faça biscoitos caseiros, bolos e doces ou mesmo artesanato pessoal, camisetas customizadas ou porta retratos com imagens antigas. Coisas simples, com custo acessível e com valor sentimental muitas vezes maior do que presentes caros.

01. Tenha um plano e a cada mês veja o quanto se está mais perto de conseguir conquistar o seu objetivo

Essa é uma dica fundamental. Economizar é muito mais fácil se temos um objetivo para o dinheiro que estamos poupando. Se é uma viagem, um curso, casamento ou para algum investimento (como comprar uma casa), tenha uma idéia certa da quantia que você precisa economizar para conquistar seu objetivo e a cada mês veja o quanto você está mais próximo do resultado. Persevere e procure alternativas para economizar ainda mais ou aumentar a sua renda até alcançar o seu objetivo.

05 formas de ganhar dinheiro pela internet

Se ganhar dinheiro fosse fácil, todos nós seríamos ricos. Mas existem maneiras inteligentes de ganhar dinheiro sem sair de casa – usando a internet para vender o seu trabalho e como canal de distribuição. Claro que os retornos não são imediatos e é muito difícil conseguir viver apenas do dinheiro que se ganha online (não se enganem, os casos de pessoas que enriquecem através da internet são exceções).

Mas já que estamos gastando cada vez mais tempo online, porque não aproveitar para lucrar um pouco com isso? Veja cinco maneiras de ganhar dinheiro online:

05. Venda suas fotos

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Você provavelmente tem dezenas de fotos tiradas com o seu smartphone ou câmera no seu HD. Você sabia que pode vender essas fotos e ganhar um dinheirinho extra para complementar a sua renda? Além das suas fotos, se você é criativo e sabe fazer ilustrações de qualidade, pode vender os seus vetores e ilustrações na internet.

04. Divulgue produtos / serviços

Venda Online

Essa é uma das principais funções da internet, e uma das mais rentáveis. Se existe algum produto ou arte que você faz no seu trabalho ou tempo livre, seja pinturas, roupas, acessórios, brinquedos, você pode usar a internet como canal de divulgação e venda direta dos seus produtos. Também é possível vender serviços de consultoria na área em que você mais tem experiência, ou mesmo arrumar um frila, especialmente se você trabalha na área de criação.

03. Venda antiguidades

Brinquedos Antigos

Se você tem brinquedos da sua infância conservados em bom estado, porém pegando poeira na sua casa e precisa de um dinheirinho extra, não pense duas vezes: vender seus brinquedos antigos na internet pode ser bem lucrativo. Uma passada no mercado livre mostra brinquedos da década de oitenta sendo vendidos por centenas de reais para colecionadores.

02. Dê video-aulas

Outra forma de monetizar o seu conhecimento, fazer tutoriais na internet pode ser altamente rentável e cada vez mais pessoas estão ganhando dinheiro dessa forma. Um dos canais que pode ser usado é o próprio Youtube, embora as aulas sejam gratuitas, você pode ganhar dinheiro através das propagandas do Google, ou por patrocinadores do seu canal.

01. Coloque anúncios no seu site

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Fazer um blog ou site na internet é super simples e incluir anúncios no seu site também é. Mas não espere enriquecer e ficar milionário da noite para o dia: para conseguir que seu site seja bem sucedido você precisa ter muitos acessos diários ao seu site, e é uma tarefa difícil, e a competição é cada vez maior. Por isso a importância em criar conteúdo de qualidade relevante para a sua audiência e divulgar seus sites em mídias sociais.

Gostaram das idéias? Conhecem mais alguma forma de ganhar dinheiro online? Contem pra gente nos comentários!

Tendências: Informações que podem valer milhões.

Uma das maiores preocupações no mundo globalizado é ser pioneiro e encontrar a próxima febre de consumo do mercado. Como descobrir que produtos e serviços serão bem sucedidos e criarão novos hábitos de consumo? Na verdade é menos difícil do que se parece, basta ser observador e deixar a criatividade rolar solta.

Uma frase disseminada na cultura dos negócios “think globally, act locally”, é um importante mantra para quem quer descobrir qual será a nova onda do mercado. Muitas empresas japonesas, mexicanas, coreanas, australianas, etc… enfrentam os mesmo problemas que as empresas brasileiras e encontram soluções que podem ser aplicadas do lado de cá do planeta. Nos tempos de globalização é fundamental estar atento não só nas mudanças nos mercados internacionais, como nas soluções que empresas criaram para enfrentar os desafios que estas mudanças trouxeram.

E muitas tendências podem ser percebidas quando se começa a visualizar estas estratégias:

Aumento do uso de mensagens eletrônicas via portáteis: A febre do twitter está diretamente relacionada à este fator. Poucas empresas pensam nos motivos do sucesso do twitter, concentrando-se apenas em como aproveitar melhor este canal. Um dos motivos do boom dessa rede social, é a facilidade de interação com celulares, smartphones e a objetividade das mensagens. Os adolescentes americanos e europeu se comunicam mais através de SMS de celular do que via e-mails, e esse comportamento tende a aumentar com os smartphones. No Brasil, o custo alto e falta de eficiência das operadoras de celular acaba desviando grande parte dessa comunicação para redes sociais. Os adolescentes conversam via messenger, twitter, orkut e facebook, ao invés do e-mail.

Entretenimento de Nichos e índices de audiência relativos: A crise que as emissoras de TV estão passando é diretamente decorrente das inovações tecnológicas da época. Antes, um canal de televisão criava programas voltado à família inteira, com elementos que em teoria agradavam a todos, e os altos índices de audiência resultavam em intervalos comerciais concorridos pelas empresas. Hoje em dia isso não funciona mais da mesma forma. A tv a cabo e a internet afetaram diretamente no rendimento e na programação das emissoras de TV. A segmentação é uma necessidade. Um programa que agrada senhoras de 50 a 60 anos não atinge com o mesmo impacto mulheres de 35-45. A variedade que a TV a cabo e canais e sites na internet proporcionam culminam em audiências menores. Os comerciais perderam força, mas os product placements (produtos e marcas inseridos “dentro” do texto ou do cenário de um programa) ganharam uma posição estratégica forte.

A possibilidade de assistir programas online também reduz a audiência de certas emissoras, mas não a popularidade dos programas. E como normalmente os programas exibidos pela internet não possuem intervalos comerciais, esse modelo de publicidade subliminar ganha força.

Novas Estruturas Familiares: As famílias hoje em dia não são mais tão homogêneas como antigamente, o número de pais solteiros acompanhou o crescimento do número de divórcios, e novas famílias são criadas com segundos e terceiros casamentos. O número de filhos também caiu drásticamente nas três últimas décadas. Além disso, aumentou o número de pessoas que vivem sozinhas e casais sem filhos. Essas novas estruturas afetam uma série de segmentos da economia. Sejam alimentos preparados em menores quantidades, maior foco em produtos infantis (um número menor de filhos em teoria reduziria o consumo destes produtos, mas os custos dos pais são reduzidos e a parcela da renda destinada ao consumo aumenta). O foco em adultos sem filhos também é um nicho importante, a renda destinada ao consumo é obviamente maior do que as famílias com filhos, e aumenta a demanda de produtos para uma ou duas pessoas.

Maior expectativa de vida: Se a sociedade tem menos filhos, temos mais avós. Com a expectativa de vida mais alta nos países desenvolvidos, surgiram uma série de serviços e produtos destinados à terceira idade. No Brasil ainda é um público que precisa ser melhor explorado. A “melhor idade” também é bastante distinta das décadas passadas. Estes senhores e senhoras procuram diversão e relaxamento, aumentando o número de excursões, viagens e spas, assim como produtos cosméticos e estéticos específicos para esta idade.

Menor lealdade dos consumidores: Infelizmente para as empresas essa é uma tendência que cada vez mais se torna comum. O avanço tecnológico e acessibilidade de informações e produtos pela internet faz com que a concorrência se torne cada vez mais acirrada. O custo de experimentar o produto do seu concorrente é cada vez menor. Se antigamente bastava ter um ponto de venda bem localizado para o sucesso, hoje em dia é cada vez mais o diferencial do seu produto, serviço e posicionamento da marca que cria um relacionamento com seus consumidores. Por outro lado, estes são excelentes pontos fortes para novas empresas no mercado, é possível conquistar seus clientes adotando estratégias inteligentes e oferecendo um produto ou serviço diferenciado.

O ciclo de vida das novas tendências também é cada vez mais curto. A velocidade de inovações tecnológicas e culturais é absurda, mais um motivo que torna essencial manter olhos e ouvidos abertos. Se antes empresários deveriam se preocupar apenas com o que os seus clientes querem comprar hoje, agora o importante é saber o que eles irão desejar no mês que vem.

5 (7) coisas que você nunca deve colocar em seu currículo

Pesquisando sobre carreiras encontrei este post interessante sobre informações desnecessárias que não agregam valor e podem até tirar o foco do seu currículo. O post é bem interessante e tendo participado e organizado alguns processos seletivos, acredito que essas dicas são importantes para a construção de um bom currículo.

As cinco dicas são:

1. Não fornecer dados pessoais: concordo plenamente. A sua vida profissional deve estar em evidência, não a pessoal. Dito isso, ainda existem empresas que valorizam saber o estado civil dos candidatos para ter uma idéia do “perfil” que este possui. Não só isso é um comportamento arcaico, como discriminatório.

A idade também pode ser um fator que as empresas julguem de forma errada, a empresa pode discriminar candidatos muito jovens ou acima da idade que a “empresa está buscando”. Em algumas empresas, essas táticas arcaicas não mudaram, infelizmente continuam existindo com uma nova forma: hoje em dia as empresas criam vagas para “recém-formados”, não considerando o histórico profissional do candidato, que pode estar buscando uma vaga inicial numa nova área de trabalho.

Por isso, minha dica é se você acreditar que seus dados pessoais podem agregar valor pra vaga que você está procurando, coloque. Os hobbies, idem. Se agregam valor ao currículo vale a pena colocar, se é apenas um hobby pessoal que não agrega valor para sua carreira, deixe de fora e converse sobre isso com seu chefe e colegas depois que conseguir o emprego.

2. Colocar toda sua experiência profissional desde a adolescência. Concordo discordando. Você pode sim colocar toda a sua experiência profissional se você não tem um histórico muito grande. E dependendo das experiências que você teve no passado, pode sim ser relevante para a vaga em questão e um diferencial. Especialmente se forem trabalhos no exterior. Essas informações também incrementam seu perfil, podem mostrar que você teve que aprender a lidar com a administração de uma loja, por exemplo, e podem sim ser relevante à vaga. Mas procure não se estender em experiências muito antigas. Dê preferência para as recentes e/ou mais relevantes para a vaga em questão.

3. Se estender por mais de duas páginas. Difícil, mas não impossível. O currículo exige um bom trabalho de síntese e foco. Coloque os dados mais relevantes (experiência profissional mais recente e relevante) e dados acadêmicos. Deixe a segunda página para cursos extra-curriculares (a não ser que um desses cursos seja exigência da vaga, como Java, PHP), línguas, hobbies e etc. Objetivo é uma faca de dois gumes. Eu não coloco no currículo nem acredito nos objetivos da pessoa que coloca salvo profissionais que buscam uma vaga muito específica. Mas, se quiser colocar, evite ser muito específico e muito vago,  o senso comum é colocar em prática e aprimorar meus conhecimentos na área de interesse (de preferência a da vaga em questão), não é incomum ver candidatos colocando “para auxiliar no progresso e desenvolvimento dos objetivos da empresa”. Muito lindo. Mas apenas serve como “encheção de lingüiça”.

4. Pronomes Pessoais. Concordo. Evite ao máximo. Corte o “eu” e diga “participei de um projeto X, auxiliei no planejamento do projeto Y” ou destaque apenas as funções “análise de custos do projeto Z, elaboração de estratégias para o departamento XYZ, criação e desenvolvimento de ABC”. Jamais use a terceira pessoa “Gisela trabalhou como gerente de compras em 2006 depois migrou para uma agência de publicidade onde ela fez trabalhos ligados à internet”.
5. Referências. Corretíssima a posição da autora. Devem ser solicitadas após a leitura do currículo e das entrevistas pessoais.
Excelentes as dicas do post, mas a autora esqueceu de 2 dicas essenciais:

6. Não use fontes de difícil leitura, e organize o texto de forma clara. Por via das dúvidas use Arial, Times New Roman, Verdana… Fontes agradáveis, em um tamanho legível e num formato fácil de visualisar as informações. Já recebi um currículo que era quase uma planilha do excel, não muito agradável de ler e isso passa uma sensação de desorganização.
7. Coloque foto apenas se requisitado. Se não pedirem foto, não coloque. Se acaba perdendo espaço no currículo, e pelo menos em teoria não agrega valor ao currículo. Pedir foto é considerado uma atitude extremamente anti-profissional e um sinal de que a vaga pode não ser muito séria, mas por incrível que pareça não é incomum, infelizmente, para vagas de atendimento e em outros países). Se pedirem foto escolha uma que passe sensação de profissionalismo e simpatia.

Mídias Sociais: Tsunami ou Marola?

Um dos assuntos do momento na área de Marketing é o investimento de empresas em estratégias de Mídias sociais. Para quem não conhece o termo, Mídia Social é qualquer ferramenta de interação social online (Orkut, Facebook, Twitter, Blogs e até mesmo MSN), e empresas passaram a ver esses lugares como excelentes para estratégias promocionais.

A quantidade de horas que uma pessoa passa na frente do computador aumenta diariamente, assim como o tempo dedicado à estes sites de relacionamento. Portanto, a visibilidade que estes oferecem para a marca de sua empresa é grande.

Mas a pergunta é, quais os resultados que se pode ter destas estratégias?

Como em todos os casos de promoções, é muito difícil calcular qual o resultado direto das estratégias adotadas, quantas pessoas vão efetivamente comprar seu produto e se esse resultado cobre os custos investidos.

Acredito no entanto que mais importante do que estratégias promocionais está a interação com os consumidores finais, fortalecimento da marca e especialmente feedback. Muitas empresas ainda são míopes nessa vertente de mídias sociais, de descobrir o que as pessoas pensam da sua marca, do seu serviço, os problemas encontrados e sugestões dos clientes que podem resultar em melhorias importantes e vantagem competitiva nos produtos e serviços. Esse levantamento de dados e relacionamento com os clientes é o grande pote de ouro que as empresas deveriam procurar.

Já vi estratégias ridículas, de propaganda, vinculando marcas com artistas jovens, quando o público alvo da empresa era mais velho. E me pergunto qual o benefício dessa estratégia? O que a empresa quer passar com essa mensagem? O que os clientes pensam disso? Muita gente joga fora dinheiro investindo em ações não planejadas e péssimamente executadas na blogosfera e twitosfera, tentando copiar ações que deram certo.

Mas, é tudo uma questão de aprendizado. Por ser uma nova maneira de interagir com seus clientes, as velhas soluções não se encaixam e funcionam tão bem quanto antes. Mas com o tempo, os casos de sucesso e os erros e acertos provam que as ações em mídias sociais estão apenas no seu começo. A questão não deve ser se são um Tsunami com impacto profundo ou apenas uma marola, mas sim que existe um oceano de oportunidades a ser explorado.